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4 de set de 2006

Da amizade e do amor

Indispensável sentir sua boca
A pousar um beijo terno,
Ainda que não tenha eu o seu amor.
Um beijo que me é fortificante,
Imperativo, necessário,
Embora para os tolos
Seja um necessidade banal.
Beijo, qualquer que seja,
Quero-os.
Que seja de carinho
Não de piedade
Do meu amor que não me ama.
Que seja um selinho,
Se mora em nós o afeto,
Se tanto te quero bem.
Que seja na face
- Não um encostar de rostos,
Desse cobiça teimosa em mim.
O meu amor que não me ama
Tem-me um bem me quer
De amizade com recheios belos;
Quero os seu beijos,
Que para tanto, toda ela
Tem que estar presente
E, assim, vai-se a saudade,
Que volta no beijo de despedida.
Por isso e pelo prazer,
Beije-me enquanto puder.

[osair de sousa]

3 comentários:

Lua disse...

Quero os beijos de quem me ama, só esses. Todos esse. De despedida ou de boas vindas. Todos os beijos de quem me quer bem. Com recheios sabores, odores. Tudo que eu tenho direito.

Ana Carolina Sousa disse...

A Ana Luiza (do tio Rui) não gosta de beijos. Se alguém ameça beija-la, ela afasta rápido o rosto. Mas em compensação ela gosta de ser abraçada. O que também é uma das mais gostosas formas de manifestação de amor.

Anônimo disse...

Beijo...beijo na boca, longo, úmido, que começa nos lábios, como se saboreia uma fruta, e depois o roçar de linguas...gosto de quero mais...sempre mais...

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