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8 de nov de 2007

Dois em um

Seu corpo foge das minhas mãos
E o afago suspenso
Suspira
Desolado do tato.
Uma fração de segundo apenas
Faz-se eterno
E vejo terno
O sorriso da face, doce, faceira
Quando volta inteira
A pele nua:
Entrega.
Me faço seu num faz-de-conta
Para o pleno prazer:
Ternura.
Te faço minha em meu corpo
Num êxtase pleno
De dois.
Dois em um, únicos enfim
Numa fusão
Etérea,
Sublimação que finda
Ao indesejado amanhecer.
.
Osair de Sousa

7 comentários:

Anônimo disse...

um texto lindo e cheio de sentimentos que levou nas mãos, a paixão, o amor, luzes de pirilampos, a lua, o sol e as outras estrelas e em sublimação depositou tudo no sorriso que uniste ao teu num faz-de-conta.

Anônimo disse...

eu fico pensando: o poeta deve ter muito mesmo o que fazer que não sobra tempo para escrever. quem sabe seus olhos estão vendo o mundo lá fora e eternizando-o em belíssimas imagens. quem sabe as brincadeiras com imagens tem lhe tomado tempo demais... que pena...
seu talento fica parado, estagnando... apagando...

não deixe a chama apagar.
a tua alma está dizendo
- Osair quero cantar, gritar...
quero falar o que está no peito
a crescer, na alma a florar...

abraço.

Anônimo disse...

Osair. não sei como estás. nem sei onde estás. mas sei que ainda vives pois estou aqui, olhando suas lindas fotos se apresentando no blog. ficou lindo. eu queria desejar um abençoado natal e que no novo ano teus sonhos sejam realidade. espero também que se anime para as letras e que voltes a deixar escritos maravilhosos neste blog. abraço. maria.

Anônimo disse...

Deus te abençoe neste ano Osair.
que os sonhos que embrulham tua alma sejam um presente real em 2008.
abraço.
maria.

Anônimo disse...

meu amigo. que delícia ouvir as músicas que postas aqui.
saudade de teus escritos.
abraço.
maria.

Anônimo disse...

osair. hoje tomei a liberdade de publicar na magriça o teu poema O PLANTADOR que me dedicaste. deixei-o tanto tempo guardado em meu baú, mas agora resolvi eternizá-lo junto aos meus escritos. ao lê-lo mais uma vez lágrimas vieram aos meus olhos pois na época passava por um momento extremamente difícil em minha vida e teu poema foi um bálsamo de carinho nas feridas do meu coração. sabes poeta que sou tua fã. que amo o que escreves e sempre venho aqui à cata de tuas linhas. lamento que estás tanto tempo sem escrever, e, quero animá-lo a largar essa apatia, esse ócio e tomar do papel e pena para rabiscar o que tua alma grita e o coração sente. um abraço carinhoso. Maria.

Luiz de Aquino disse...

Meu irmão de letras,

Estou longe, ainda, de entender e, por isso, de definir poesia. Mas penso que é isso mesmo... O ato que temos de ler dentro de nós os sentimentos que as coisas externas nos causam.
Porque as coisas internas, ah!... Estas nos incomodam muito, não é?

Luiz de Aquino

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